O resultado obtido com o tratamento é excelente.
A madeira fica imunizada contra a ação de fungos (apodrecimento) e insetos (brocas e cupins).
Produtos da madeira preservada duram mais, reduzindo a demanda sobre florestas nativas.
A madeira tratada não exala odores ou vapores.
As únicas limitações são:
Situações em que a madeira possa contaminar ou tornar-se componente
de alimento humano ou animal, como: recipientes ou
silos, tábuas de bater carne, pilões para tempero ou grãos e demais situações semelhantes,
assim como em partes de colméias que possam vir a ter contato com o mel;
Em situações em que a madeira possa vir a ter contato direto ou indireto com a água potável pública, exceção a casos de
contatos incidentais, como pontes e
deve-se utilizar máscara contra pó quando esta madeira for trabalhada, serrada, lixada ou entalhada, para evitar a inalação
freqüente e prolongada da serragem. Tais serviços
devem ser executados em locais externos, arejados e sem acúmulo de poeira.
Qual o procedimento para destinação final de sobras e resíduos da madeira tratada?
O procedimento ideal para a destinação final adequada é enviar os resíduos da madeira para um aterro
industrial controlado, que esteja devidamente registrado pelo Órgão Ambiental local, de acordo com a legislação ambiental
municipal e estadual vigente. Sobras e resíduos da madeira tratada não podem ser reutilizados na fabricação de
produtos destinados à queima como carvão ou briquetes. Também não podem ser utilizados como combustível em
fogões, lareiras, churrasqueiras ou para qualquer tipo de queima a céu aberto, porque podem
produzir gases tóxicos. Os resíduos de madeira tratada também não devem ser utilizados em
contato com alimentos, água potável e cama para animais. |